Bem Vindos Ao Meu Estranho Mundo

Resumo de tudo o que anda rolando em minha passagem aqui neste mundo, meio louco, meio confuso, assim como eu ...

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

As vezes as coisas aparecem a nos de uma forma surpreendentemente besta...e acabamos ignorando sinais que podem nos mostrar acontecimentos que poderiam ser prevenidos de algum jeito.
Nao gosto de certas descobertas e acabei de descobrir algo que nao queria e deveria permanecer apenas dentro de mim...mas nao foi mais possivel.
Enfim, descobri que por mais que eu sempre tente achar as respostas necessarias a minha vida, elas nao sao legais, sempre me deixam pior do que estava antes.
Chega de enganar as pessoas e a mim mesma achando que sou feliz ou isso ou aquilo...afinal das contas da pra perceber sim q nao.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Então



Por isto resolvi fazer oq quero e não perder meu tempo achando que alguem pode se magoar quando na verdade ninguem liga...não se importa... É isto, um simples foda-se. Não quer... eu não vou me preocupar...

Sad


Pra falar a verdade acho que to cansada de procurar sempre e nunca achar o que realmente preciso. Vivo numa eterna busca por algo que nem sei o que é...oq isto quer dizer eu não sei, mas to me sentindo meio incompleta, um pouco triste... talvez por uma perda definitiva que me abalou ha pouco tempo. Talvez tambem eu não esteja sendo retribuida como mereço, ficando sempre mais desanimada.Mas sei q reclamar não resolve, mas oq falar quando não tem ninguem pra te ouvir??

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Kings Of The Carnival Creation - Dimmu Borgir



Incarnated marvels simplified

Effects from such a disconsolate kind

Impotence of the once so perfect living

Erase and rewind
Stand rigid for the next battle

Peace means reloading your guns

The love for life is all hatred in disguise

A carnival creation with masks undone
In search for the guidelines

to the gateways of sinthrough mires

of misanthropy with wrath in mind

Sophistication as cruelty and perfection

as virulent truth

Confidently dawned,

to pick the best of enemies

An abyss womb stretched wide open,

exposed to retaliate
With the stigma feasting upon your flesh

I wish you well

Thorns from the fountains of fate licking lepered skin

Worshipped by anyone's mass on our planet hell

What on earth possessed you
Consuming illusions made from hysteria and swallowed tongues

Devoured by doubt,

conducting arts of misconception

Testimonial sufficiency declaring numbness of all perceptions
Glance into the blackness

hidden beneath your surface

And enjoy the suffering,

sanity drained in disrespect

With such bedevilled faith in good,

subsequently trusting evil

Next step for mankind

will be the last seasons in sin
Left are the kings of the carnival creation

Carrying out the echoes of the fallen
Sense the withering eternity

as it fades away

The ultimate graceless voyage of all times

Only death will be guarding your angels, silently

Cripples joining arms in clamour

Institutionalized for the rebirth,

the herd will be hunted

Puritania - Dimmu Borgir


Chains of despair

Cloaked by darkness

The thundering echoes of great destruction to come

Mankind's mysteries

The dying world

Madness in it's sweetest form

What shrivels and dies must face the tempest

The angelic heaven bows to the ultimate truth

And melancholy grew

Anticipation mender through madness

Condemned to the same horrid fate

Insanity applauds

How sharp the awakening

Pale as diseaseMocking…

Maddening…

Give up the ghost

Cease the gloomy awakening

History foretold

The hidden stigmata

Totally annihilating the ecstasies innumerable

Materialize the vision

Give up the ghost

Cease the gloomy awakening

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Temporal


Chega simples como um temporal
Parecia que ia durar
Tantas placas e tantos sinais
Já não sei por onde caminhar.

E quando olhei no espelho
Eu vi meu rosto e já não reconheci
E então vi minha história
Tão clara em cada marca que tava ali.

Se o tempo hoje vai depressa
Não tá em minhas mãos
Cada minuto me interessa
Me resolvendo ou não.

Quero uma fermata que possa fazer
Agora o tempo me obedecer
E só então eu deixo
Os medos e as armas

Chega simples como um temporal (os medos e as armas)
Parecia que ia durar (os medos e as armas)
Tantas placas e tantos sinais
Já não sei por onde caminhar

E quando olhei no espelho
Eu vi meu rosto e já não reconheci
E então vi minha história
Tão clara em cada marca que tava ali.

Se o tempo hoje vai depressa
Não tá em minhas mãos
Cada minuto me interessa
Me resolvendo ou não.

Quero uma fermata que possa fazer
Agora o tempo me obedecer
E só então eu deixo
Os medos e as armas
Eu deixo eu medos e as armas
Eu deixo os medos e as armas pra trás
E as armas pra trás
E as armas pra trás...

Deus Lhe Pague


Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir
A certidão pra nascer, e a concessão pra sorrir
Por me deixar respirar, por me deixar existir
Deus lhe pague

Pelo prazer de chorar e pelo "estamos aí"
Pela piada no bar e o futebol pra aplaudir
Um crime pra comentar e um samba pra distrair
Deus lhe pague

Por essa praia, essa saia, pelas mulheres daqui
O amor malfeito depressa, fazer a barba e partir
Pelo domingo que é lindo, novela, missa e gibi
Deus lhe pague

Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir
Pela fumaça, desgraça, que a gente tem que tossir
Pelos andaimes, pingentes, que a gente tem que cair
Por mais um dia, agonia, pra suportar e assistir
Pelo rangido dos dentes, pela cidade a zunir
E pelo grito demente que nos ajuda a fugir
Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir
E pelas moscas-bicheiras a nos beijar e cobrir
E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir
Deus lhe pague.

De Você


Esse vidro fechado
E a grade no portão
Suposta segurança
Mas não são proteção

E quando o caos chegar
Nenhum muro vai te guardar
De você, de você, de você

Protótico imperfeito
Tão cheio de rancor
É fácil dar defeito
É só lhe dar poder

E quando o caos chegar
Nenhum muro vai te guardar
De você, de você, de você, de você, de você, de você, de você

Se tornam prisioneiros
Das posses ao redor
Olhando por entre as grades
O que a vida podia ser

Mas quando o caos chegar
Nenhum muro vai te guardar
De você, de você, de você, de você, de você, de você, de você...

E é com a mão aberta
Que se tem cada vez mais
A usura que te move
Só vai te puxar pra trás
E é com a mão aberta
Que se tem cada vez mais
A usura que te move
Vai te puxar pra trás

A Saideira


Ei, não vá ainda embora
Beba mais um copo
É que logo agora vai começar a história

Ei, não vá ainda embora
Beba mais um copo
É que logo agora vai começar a história

Se sente na pele que chegou a hora
Saber a qual é olhando no olho
Pra alguns isso assusta, mas é tão necessário
Pra ter uma noção do que é real
Pra se ter uma noção do que é real

Mas ei, não vá ainda embora
Beba mais um copo
É que logo agora, já começou a história

Ei, não, não vá ainda embora
Beba mais um copo
É que logo agora, já começou a história

Se sente na pele que chegou a hora
Saber a qual é olhando no olho
Pra alguns isso assusta, mas é tão necessário
Pra ter uma noção do que é real
Pra se ter uma noção do que é real

Mais um copo quase quente
Pra pessoas um tanto frias
Mais um copo quase quente
Pra pessoas um tanto frias
Tão frias, tão frias, tão frias...

Malditos Cromossomos


Todas as características
Explícitas ou escondidas
Físicas, psíquicas
Genética ou adquirida
Raiva competitiva
Apatia desmedida
Ângulo fora do esquadro
Objeto fálico

Ah! Malditos cromossomos!

Teoria Darwinista
O fruto, o meio e a iniciativa
Livre-arbítrio ou prisão
Genealogia da exclusão
tanta coisa já contida
E o exemplo ao longo da vida
Espécie de bagagem
Um dia sempre pesa na viagem

Ah! malditos cromossomos!

De onde veio a cor
Ou angústia que mora aqui
No filho eu vejo o pai também
Ninguém pode evitar

Todas as características
Explícitas ou escondidas
Físicas, psíquicas
Genética ou adquirida

Ah! malditos cromossomos!

Deja-Vu


Nenhuma verdade me machuca
Nenhum motivo me corrói
Até se eu ficar só na vontade, já não dói

Nenhuma doutrina me convence
Nenhuma resposta me satisfaz
Nem mesmo o tédio me surpreende mais

Mas eu sinto que eu tô viva a cada banho de chuva que chega molhando meu corpo

Nenhum sofrimento me comove
Nenhum programa me distrai
Eu ouvi promessas e isso não me atrai

E não há razão que me governe
Nenhuma lei prá me guiar
Eu tô exatamente aonde eu queria estar

Mas eu sinto que eu tô viva a cada banho de chuva que chega molhando meu corpo...

A minha alma nem me lembro mais em que esquina se perdeu ou em que mundo se enfiou

Mas já faz algum tempo
Já faz algum tempo
Já faz algum tempo
Já faz algum tempo
Faz algum tempo...

A minha alma nem me lembro mais
Em que esquina se perdeu ou em que mundo se enfiou

Mas eu não tenho pressa
Já não tenho pressa
Eu não tenho pressa
Não tenho pressa

Equalize


Às vezes se eu me distraio
Se eu não me vigio um instante
Me transporto pra perto de você
Já vi que não posso ficar tão solta
Me vem logo aquele cheiro
Que passa de você pra mim
Num fluxo perfeito

Enquanto você conversa e me beija
Ao mesmo tempo eu vejo
As suas cores no seu olho, tão de perto
Me balanço devagar
Como quando você me embala
O ritmo rola fácil
Parece que foi ensaiado

E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é
Eu vou equalizar você
Numa freqüência que só a gente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim

Adoro essa sua cara de sono
E o timbre da sua voz
Que fica me dizendo coisas tão malucas
E que quase me mata de rir
Quando tenta me convencer
Que eu só fiquei aqui
Porque nós dois somos iguais

Até parece que você já tinha
O meu manual de instruções
Porque você decifra os meus sonhos
Porque você sabe o que eu gosto
E porque quando você me abraça
O mundo gira devagar

E o tempo é só meu
E ninguém registra a cena
De repente vira um filme
Todo em câmera lenta
E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Amor


Lindo eu te amo, você me faz a mulher mais feliz do mundo...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Pulsos


E um dia se atreveu

a olhar pro alto

Tinha um céu

mas não era azul
No cansaço de tentar,

quis desistir

Se é coragem eu não sei
Tenta achar que não é assim tão mal

Exercita a paciência

Guarda os pulsos pro final

Saída de emergência
E um dia desistiu,

quis terminar

Só mais um gole,

duas linhas horizontais
Sem a menor pressa,

calculadamente

Depois do erro,

a redenção
Tenta achar que não é assim tão mal

Exercita a paciência

Guarda os pulsos pro final

Saída de emergência
Tenta achar que não é assim tão mal

Exercita a paciência

Guarda os pulsos pro final

Saída de emergência.

Na Sua Estante



Te vejo errando e isso não é pecado,

Exceto quando faz outra pessoa sangrar

Te vejo sonhando e isso dá medo

Perdido num mundo que não dá pra entrar

Você está saindo da minha vida

E parece que vai demorar

Se não souber voltar ao menos mande notícias

Cê acha que eu sou louca

Mas tudo vai se encaixar
Tô aproveitando cada segundo

Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar

Em outros timbres, outros risos

Eu estava aqui o tempo todo

Só você não viu
E não adianta nem me procurar

Em outros timbres, outros risos

Eu estava aqui o tempo todo

Só você não viu
Você tá sempre indo e vindo,

tudo bem

Dessa vez eu já vesti minha armadura

E mesmo que nada funcione

Eu estarei de pé,

de queixo erguido

Depois você me vê vermelha e acha graça

Mas eu não ficaria bem na sua estante
Tô aproveitando cada segundo

Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar

Em outros timbres e outros risos

Eu estava aqui o tempo todoSó você não viu
E não adianta nem me procurar

Em outros timbres, outros risos

Eu estava aqui o tempo todo

Só você não viu
Só por hoje não quero mais te ver

Só por hoje não vou tomar minha dose de você

Cansei de chorar feridas que não se fecham,

não securam

E essa abstinência

uma hora vai passar...




E a semelhança?


Meu marido, antes de me conhecer ao vivo e a cores, disse que eu parecia muito com Re Bordosa. Confesso que ja fui sim,(psicologicamente falando, é claro),mas hoje em dia, não mais...
Mas aí vai um pouco desta louca criatura... que eu adoro!

Rê Bordosa é uma personagem de Angeli, assassinada pelo próprio, em 87. Nascida em 1984, tinha cerca de 30 anos e todos os problemas existenciais da mulher urbana da época, um pouco mais insana. Drogas, sexo livre, muito cigarro e álcool, além de noites mal-dormidas eram as brincadeiras prediletas da Rê Bordosa. Mas ela não morreu de overdose ou qualquer coisa parecida. Angeli resolveu dar um sumiço nela pra não virar um autor de um personagem só. E conseguiu…depois da morte da Rê Bordosa, Angeli conseguiu emplacar muitos outros personagens de igual fama e popularidade: Bob Cuspe, os Skrotinhos, Los Três Amigos…